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terça-feira, 22 de dezembro de 2020

Boas Festas!

                                              
Aos seguidores amigos meus sinceros votos de um 2021
com sonhos renovados, e para o que ficou inacabado que recomece
sem mágoas nem ressentimento.














segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

domingo, 13 de dezembro de 2020

Gracita Fraga

A autora dos livros aqui postados Gracita Fraga 
Se as capas estão deslumbrantes , imagine o conteúdo, a Escritora
é de um talento admirável.
Parabéns querida amiga!















Rosélia Bezerra.

Rosélia Bezerra a autora dos livros  aqui postados.
Escritora e poetisa que escreve com a alma e coração, 
mulher dotada do divino dom da palavra,
seu tema preferido é o amor em todas as formas de amar.

Parabéns querida amiga !






















 

domingo, 1 de novembro de 2020

Gerusa Guedes, seus livros e seu blog.

 Ontem foi um dia muito especial, estive com a amiga e irmã em Cristo, Gerusa Guedes comemorando o niver do seu blog, são 13 anos semeando poesia e uma boa dose de Evangelização .

Para quem desejar conhecer o trabalho poético da Gerusa o endereço eletrônico:

gerusaguedes.blogspo.com.br

Fizemos uma live que foi bem divertida.

  A amiga Gerusa é Educadora aposentada, e escritora e poetisa , tem vários livros publicados.






SORRIA
JESUS
TE 
AMA
MUITO!

Assim diz um pensamento:
Sorria, mesmo que o seu sorriso
Seja triste, porque mais triste
Do que um sorriso triste é a
Tristeza de não saber sorrir.

Alegre sua alma, deixe-a livre,
Liberte-se não permita que a
Dor em você faça morada.
Doeu ontem, hoje não dói mais,
Amanhã não doerá jamais.

Sorria, mexa os músculos do rosto
A seu favor é tão bom viver sorrindo
Meu amor! Sorria Jesus te ama muito,
Você ainda não notou?

O sorriso faz o espírito adorar,
O sorriso faz a alma encantar,
O sorriso traz um bem estar,
O sorriso é a melhor coisa que há.

Dê um sorriso alegre para o seu irmão,
Dê um abraço, um aperto de mão,
Uma palavra amiga, uma oração,
Bom dia com alegria e satisfação.

(Gerusa Guedes)

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

O Escritor

O Escritor 
Um ser de visão abrangente
de [mente fértil]
Olho ladino
Humor aguçado.

Inventa cenários 
Desenhar sonhos 
Vende ilusão
Cria personagens
Assume seu papel com euforia.
Ama e desama as
Musas que lhes inspiram
com elas iniciam um romance.
Fala da vida alheia 
Chora sem jorrar lágrima

Seus escritos o vivificam 
Seus cantos e melodias 
Seja de amor ou de revolta 
As linhas que escreve
 jamais se apagam 

Diná Fernandes

sábado, 10 de outubro de 2020

Escritor e poeta Deomídio Macedo, seus trabalhos e sua arte.

 Ler Deomidio Macedo é viajar  por seu universo poético, um universo povoado de talento , inspiração e humor. Um poeta de alto quilate, para ele tiro meu chapéu!
Parabéns, meu grande amigo.
Um grande e fraterno abraço da amiga : Diná Fernandes


Deomídio Neves de Macêdo Neto, nome artístico: Deomídio
Macêdo, natural de Guanambi - BA, ator DRT nº 2274/2000, inscrito
no Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões
do Estado da Bahia. Administrador; pós-graduado Lato Sensu MBA
em Gestão Pública - Desenvolvimento e Economia Regional pela
Fundação para Pesquisa e Desenvolvimento da Administração,
Contabilidade e Economia - FUNDACE.
Diretor de Comunicação Social WEB – Confraria Artistas e Poetas
pela Paz - CAPPAZ
Ator / poeta / declamador / escritor / músico/clarinetista.
Livros publicados: Homem Nu Vestido de afeto ( Romance);


Natureza, Divino Amor (Poemas);
Alameda do Bosque Azul (romance inspirado pelo


espírito Américo Zier)

Vidas entrelaçadas (Romance inspirado pelo espírito

Américo Zier)
Membro da Academia de Letras Brasil / Suíça.
Sócio Correspondente da Academia Guanambiense de Letras.
Diretor de Comunicação Social e Cultura na Web da Confraria
Artistas e Poetas pela Paz – CAPPAZ.


POEMAS DEOMÍDIO MACÊDO 

ANEDOTA 

(Deomídio Macêdo) 



POEMAS DEOMÍDIO MACÊDO

 

ANEDOTA

(Deomídio Macêdo)

 

Chispa camarada em direção ao palco!
Brilha a fagulha do seu destino, na sina do benquerer.

Aspire a ânsia e transforme teu “eu” no
homem palhaço alegre, risonho, truão.
Solte o sorriso, nariz vermelho, e faça os
outros rirem, gracejando dos enigmas 
que a vida proporciona.

Harmonize o vai e vem do bem sofrer
 na luta cotidiana.

Chispa camarada em direção ao seu 
irmão e abra os braços amigos que só você
sabe ofertar.

Ofereça seu ombro amistoso para o outro
 deitar e faça a maquiagem no espelho da vida
 transformando o choro em risos.

A tristeza em alegria; o ódio em amor; a
 ociosidade em trabalho; a depressão em
 esperança de uma vida melhor.

E seu público em oração agradecerá 
a Deus por você existir palhaço camarada!


SEU MENINO, SEU AMOR, SEU POETA


        (Deomídio Macêdo)


Minha mãe quem diria que um dia aquele
 menino franzino e pacato, que sentia 
dificuldade em aprender o “b a ba”; que levava
 preocupação para o lar... 

Ainda me lembro... A professora falava: 
Ele é bom no futebol, mas em Matemática e 
Português tenha dó. 

Meu pai alfaiate, costurava sem parar. Na
 sua mesa de trabalho me colocava para 
estudar. 

O meu medo de errar, não me deixava 
concentrar e quando ele ensinava: Bo-bo-la-la 
eu repetia sem pensar: 

Casa. Até que rimava, rimava? E a régua 
estalava; enquanto meu pai falava: Casa o quê 
moleque: Bola. 

Era disso que entendia, mas ninguém 
compreendia. Passa, passa, passa o tempo,
 fui crescendo e aprendendo, em busca de
 novos conhecimentos. 

Minha mãe quem diria que um dia, estaria 
aqui, relembrando meu passado, minha
 infância, para dizer com alegria, sou poeta, sou 
ator, seu menino, seu amor, 
que escalou os Montes Claros das Minas Gerais, terra da
 Inconfidência; de Tiradentes; da Marília de 
Dirceu; de Thomas Antônio Gonzaga; das 
Cartas Chilenas; de Cláudio Manoel da Costa; 
terra do velho Chico que traz este gigante: O
 Psiu Poético. 

Como seu menino não fica quieto, 
continua alargando horizontes, e espalha sua alegria 
ainda mais longe. 

No Beldevere, bela vista do Belo
 Horizonte, descobre o
 Belô Poético. 

No Alto Paraopeba e Alto Piranga, o Abril
 Poético. 

Em Salvador o Projeto Fala Escritor; 

Em Balneário Camboriú – SC, 
a Confraria dos Artistas pela Paz – CAPPAZ. 

Seu menino cresceu e, através desses
 faróis poéticos, irradia fantasia e poesia para o 
Brasil e para o mundo. 

Mãe, poético sou eu, seu filho, seu
 menino, seu amor, o homem, o ator, o poeta
 Deomídio do Brasil. 


QUANDO NASCI 

(Deomídio Macêdo)


Quando cheguei, chorei e eles sorriram. 
Antes de chorar, me bateram para o meu 
desespero. 

Onde estou? Não sei, me pegaram pelos
pés e de ponta cabeça fiquei. 

Que estranha gente que de repente me 
bate, me corta e sorri; estava tão quentinho ali
e fui obrigado sair por uma força empurrando
minha bunda. 

Êta confusão danada! Sem me perguntar,
me jogaram na água. 

Uma mão veio em minha direção, 
esfregou os meus cabelos, desceu para 
minha cara quase a me sufocar. Lavou o meu
pinto, saco, pernas, pés, não parava de esfregar. 

Não sei quanto tempo durou este vai 
e vem, até que me levaram para alguém, que
tinha um cheiro conhecido, me sentia
protegido. 

Ela me abraça, me beija, sorria para mim, 
oferecendo o peito. 

Pelo instinto, minhas mãos a segura com 
carinho e minha boca suga sem parar o 
liquido que mitiga minha sede, minha fome. 

Naquela satisfação, ensaiei um sorriso, 
porque visualizei mamãe pela primeira vez. 


A Guanambi de Deomidio





Um trabalho notável para ser lido e relido- acessem e conheça o DOUG BLOG


Mais um post de impacto, o trabalho desse grande jornalista Douglas Melo, é notável, 
esse blogueiro que diz o que pensa com singularidade e precisão.
É um prazer imenso publicar os relevantes informes que o mesmo nos apresenta., uma mente
pensante em constante efervescência  a serviço da cultura.
Meu carinho e meu abraço querido amigo Douglas

 





segunda-feira, 1 de junho de 2020

O que foi a GRIPE ESPANHOLA? - Inteliogia History #1

*Primavera sem flores*

Vaso De Chão Mdf Com Galhos Secos Flores Artificiais Brancas - R ...
Vivi quatro décadas de idade
Passou por mim a juventude
Sem se despedir, deixou saudade,
Sendo-me ingrata e rude.

Começo, daqui pra frente,
A descer a escada da velhice
O corpo, cansado já sente,
Saudade da meninice.

Do amor que pensei ter
Ficou o abandono, sozinho,
Deixando como lençol o sofrer
Que não agasalha o carinho.

Olhei pra frente, e vi a curva,
Que o destino me fez na vida
Deixando-me a visão turva
Apressando a minha ida.

Da vida subi a escada,
Pra cantar como andorinha
Minha alma deixou de sofrer calada,
Pelo amor que eu já não mais tinha.

Wellington Costa

Para amar tem que sofrer*

Uma honra ter em meu blog o poeta Cabedelense Wellington Costa, meu dileto amigo !
Músico, poeta, professor, radialista e jornalista; digamos, um atrevido.
Sou um dos poucos que ainda sente prazer no sorriso das crianças.
Sou um assassino do tempo pelo simples prazer em ouvir o marulhar das ondas ao quebrarem-se na praia.
Me comovo e sou capaz de chorar com a injustiça social. Sou louco e impertinente, ousado e capaz de morrer em pé a me ajoelhar diante da covardia.
Eu sou Wellington Costa sim senhor!

Wellington Costa
Assim como uma nuvem que se esvai
Embriagada pela brisa da noite
Minha alegria vagarosamente partia;
Silenciosa, triste e solitária
Com força meu peito machucava
Feito uma estrela que não mais brilhava
Porque no infinito explodia.

Sentei diante de uma mesa
Pensando em regurgitar sobre o papel
A dor que maltratava e me envolvia
Feito metástase fria
Devorava-me o desgosto
Excluindo o sorriso do rosto
Entristecendo-me em demasia.

Para entender o desatino desta rima
Não é preciso ser poeta importante
Doutor em rimas, métricas e versos,
Basta saber o que é dor de morrer
E morrer assim, bem devagar,
Sofrendo só por amar
Porque para amar tem que sofrer.

Wellington Costa

sábado, 21 de março de 2020

O ‘Dia Mundial da Poesia’ é comemorado no dia 21 de Março e a data foi criada na 30ª Conferência Geral da UNESCO, em 16 de Novembro de 1999, com o propósito de promover a leitura, escrita, publicação e ensino da poesia

Sou a Poesia - 21 de Março – DIA MUNDIAL DA POESIA
Homenagem da Fundação para o Dia Mundial da Poesia | Fundação Schmidt
Não sou apenas figurinhas perdidas por ai
Bordando uma branca folha de papel.
Sou versos com asas de passarinho
voando no céu do poeta.


Sou a Poesia!
Teço loas ao seu ouvido,
desperto versos adormecidos,
rascunhos engavetados,
talentos calados.

Sou palavra e reflexão
Sou também transpiração,
Sou o som que vibra n’ alma do poeta,
a canção que acalenta o desejo de escrever.

Sou vida em versos para além da vida!
Falo de mim e da vida alheia
Escrevo para mim e para todos.

Diná Fernandes

sexta-feira, 20 de março de 2020

A PAZ SEM VENCEDOR E SEM VENCIDOS

Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004) foi um dos grandes nomes da poesia portuguesa do século XX. Destacou-se como a primeira mulher a receber o Prêmio Camões, em 1999.
Frequentou o curso de Filologia Clássica na Universidade de Lisboa, porém acabou não concluindo. Em 1940, publicou seus primeiros versos em Cadernos de poesia. A partir de 1944, dedicou-se integralmente à literatura. Após o nascimento dos filhos, começou a escrever contos infantis. Além de literatura infantil, Sophia também escreveu contos, artigos, ensaios e traduziu obras para o francês e para o português. Em 1964, recebeu o grande prêmio de poesia pela Sociedade Portuguesa de Escritores pela sua obra Livro Sexto (1962).
Teve atuação política como opositora do governo salazarista e fez parte dos movimentos católicos contra o antigo regime. Foi fundadora da Comissão Nacional de Apoio aos Presos Políticos e eleita para a Assembléia Constituinte pelo Partido Socialista, em 1975.
O universo temático da autora é bastante rico, abrangendo a infância e a juventude (nos primeiros poemas), o tempo, as coisas, os seres, a religiosidade e a natureza, principalmente, o mar. Sua escrita é marcada pelo lirismo e por uma linguagem intimista. Também é possível perceber a influência da literatura clássica e a aproximação com a tradição grega.


Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos
A paz sem vencedor e sem vencidos
Que o tempo que nos deste seja um novo
Recomeço de esperança e de justiça.
Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos

A paz sem vencedor e sem vencidos

Erguei o nosso ser à transparência
Para podermos ter melhor a vida
Para entendermos vosso mandamento
Para que venha a nós o vosso reino
Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos

A paz sem vencedor e sem vencidos

A paz sem vencedor e sem vencidos
Fazei Senhor que a paz seja de todos
Dai-nos a paz que nasce da verdade
Dai-nos a paz que nasce da justiça
Dai-nos a paz chamada liberdade

Dai-nos Senhor a paz que vos pedimos


quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Portugal

Uma pérola póética !!
Abílio de Guerra Junqueiro-Portugal
15 Set 1850 // 7 Jul 1923
Escritor/Poeta/Jornalista/Político

Ficheiro:Casa-Museu Guerra Junqueiro 88.JPG – Wikipédia, a ...
Resultado de imagem para fotos de guerra junqueira em portugal
Maior do que nós, simples mortais, este gigante
foi da glória dum povo o semideus radiante.
Cavaleiro e pastor, lavrador e soldado,
seu torrão dilatou, inóspito montado,
numa pátria... E que pátria! A mais formosa e linda
que ondas do mar e luz do luar viram ainda!
Campos claros de milho moço e trigo loiro;
hortas a rir; vergéis noivando em frutos de oiro;
trilos de rouxinóis; revoadas de andorinhas;
nos vinhedos, pombais: nos montes, ermidinhas;
gados nédios; colinas brancas olorosas;
cheiro de sol, cheiro de mel, cheiro de rosas;
selvas fundas, nevados píncaros, outeiros
de olivais; por nogais, frautas de pegureiros;
rios, noras gemendo, azenhas nas levadas;
eiras de sonho, grutas de génios e de fadas:
riso, abundância, amor, concórdia, Juventude:
e entre a harmonia virgiliana um povo rude,
um povo montanhês e heróico à beira-mar,
sob a graça de Deus a cantar e a lavrar!
Pátria feita lavrando e batalhando: aldeias
conchegadinhas sempre ao torreão de ameias.
Cada vila um castelo. As cidades defesas
por muralhas, bastiões, barbacãs, fortalezas;
e, a dar fé, a dar vigor, a dar o alento,
grimpas de catedrais, zimbórios de convento,
campanários de igreja humilde, erguendo à luz,
num abraço infinito, os dois braços da cruz!
E ele, o herói imortal duma empresa tamanha,
em seu tuguriozinho alegre na montanha
simples vivia – paz grandiosa, augusta e mansa! -,
sob o burel o arnês, junto do arado a lança.
Ao pálido esplendor do ocaso na arribana,
di-lo-íeis, sentado à porta da choupana,
ermitão misterioso, extático vidente,
olhos no mar, a olhar sonambolicamente...
«Águas sem fim! Ondas sem fim! Que mundos novos
de estranhas plantas e animais, de estranhos povos,
ilhas verdes além... para além dessa bruma,
diademadas de aurora, embaladas de espuma!
Oh, quem fora, através de ventos e procelas,
numa barca ligeira, ao vento abrindo as velas,
a demandar as ilhas de oiro fulgurantes,
onde sonham anões, onde vivem gigantes,
onde há topázios e esmeraldas a granel,
noites de Olimpo e beijos de âmbar e de mel!»
E cismava, e cismava... As nuvens eram frotas,
navegando em silêncio a paragens ignotas...
– «Ir com elas...Fugir...Fugir!...» Ûa manhã,
louco, machado em punho, a golpes de titã,
abateu, impiedoso, o roble familiar,
há mil anos guardando o colmo do seu lar.
Fez do tronco num dia uma barca veleira,
um anjo à proa, a cruz de Cristo na bandeira...
Manhã de heróis... levantou ferro... e, visionário,
sobre as águas de Deus foi cumprir seu fadário.
Multidões acudindo ululavam de espanto.
Velhos de barbas centenárias, rosto em pranto,
braços hirtos de dor, chamavam-no... Jamais!
Não voltaria mais! Oh! Jamais! Nunca mais!
E a barquinha, galgando a vastidão imensa,
ia como encantada e levada suspensa
para a quimera astral, a músicas de Orfeus:
o seu rumo era a luz; seu piloto era Deus!
Anos depois, volvia à mesma praia enfim
uma galera de oiro e ébano e marfim,
atulhando, a estoirar, o profundo porão
diamantes de Golconda e rubins de Ceilão!

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segunda-feira, 17 de fevereiro de 2020

VIVER É FÁCIL, DIFÍCIL É CONVIVER

Hoje trago uma excelente crônica da Escritora Tais Luso, ela aborda um tema bastante corriqueiro nos dias atuais, a  intolerância.
_ Tais Luso de Carvalho____

Hoje trago um assunto cabeludo: a convivência entre os humanos.
Uma boa parte do planeta é composta de gente saudável, amorosa, serena e generosa. Outra parte é conturbada, dominadora e destrutiva. E essa última faz o barulho sozinha; monta o barraco e bota fogo na paz dos outros. Àqueles que gostariam de viver tranquilos, como água de poço, não terão ssa sensação tão cedo. Nosso mundo não está preparado para ser um paraíso. E nem nós – os anjos.

Mesmo pisando em ovos, viver é maravilhoso. Gostaria de viver eternamente, adormecer ao embalo de suaves acordes, leve e solta, quem sabe como um pássaro.

Em todas as épocas a humanidade foi um fracasso em relação ao convívio com sua própria espécie. Conseguimos voar como os pássaros, conseguimos invadir os mares mais revoltos, conseguimos ir à Lua, namorar Marte e ficar girando meses no espaço. Porém, não conseguimos conviver com vizinhos e familiares sem muitos contratempos. A intolerância é muito forte, o vizinho tosse e se engasga no elevador e a vontade vem rápido, a cavalo:
— Vá tossir na tua casa, infeliz!

A vontade dos intolerantes é parar o elevador e descartar a criatura. Não funciona o tal pensamento de que somos todos irmãos, filhos do mesmo pai, fraternos e solidários. Bonito é, mas funciona só na evangelização religiosa. Dá uma sensação de alívio, de plenitude e espiritualidade. Meu louvado
irmãozinho...! Caim e Abel eram irmãos, e deu no que deu.

Estamos acabando com nossos sonhos. Os revoltados sem causa nascem em qualquer meio. Famílias se matam, alunos agridem seus professores, outros explodem com seus colegas - como temos visto nos Estados Unidos. Uma sociabilidade muito amorosa. Por isso que digo, tranquilidade como água de poço não é conosco. Queremos acreditar na boa fé das pessoas, mas se no meio do caminho houver uma pedra... Valha-me Deus!
A história do mundo é de guerra, de intolerância, de subjugação, de tortura.
Jamais imaginei ver legados arquitetônicos, de civilizações milenares, reduzidos a escombros como o acontecido em 2013 - na Síria. Toda a arte virou nada. Não dá para esquecer criancinhas morrendo ao tentarem fugir das guerras.
Mas somos assim desde sempre, bonitos e carismáticos, um embrulho com laços e fitas muitas vezes escondendo a nossa maldade e nossa doença.
E assim caminharemos até o fim dos tempos, ora nos abraçando, ora nos matando.
Quem sabe a poesia e a música continuem nos tocando com emoção. Já será um contraponto.

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segunda-feira, 2 de dezembro de 2019

Meu primeiro Livro Publicado

Viajei na estrada da poesia, viajei muito até encontrar meu norte, passeei pelo casarios dos poetas consagrados e neles busquei inspiração e, através da leitura, gradativamente fui ampliando conhecimentos e lapidando meus escritos, confesso sem nenhum acanhamento que iniciei com bagagem literária "zero", na crueza mesmo.

È certo que não se aprende a escrever poesia, precisa ter o dom poético aguçado, e um bom conhecimento literário, minha formação academica é a nível médio, precisei ler muito para me engajar no mundo da poesia onde entrei de peito aberto, não nego que das críticas senti medo, mas atte hoje não recebi nenhuma crítica que desabone meus pacatos versos.

Ontem foi par mim um dia de graças e glória, consegui levar a público o nascimento do meu primeiro filho. N. Senhora das Graças segurou minha mão com muito carinho.
Estou feliz e lisonjeada comigo mesma.

OBBRIGADA MEU DEUS!

Os versos que o poeta registra ninguém apaga.

https://www.agbook.com.br/book/307038--Bordados_do_Coracao

PoeRima N


Nasceu meu primeiro rebento,
N’um dia especial Jesus abençoou
Nascimento que trouxe-me contento
Natural, o amor que por esse filho brotou

Noites e noites namorando com a poesia
Namoro que em mim, despertou amor
Nas nossas conversas eu sempre descobria
Necessidade de voar como beija-flor

Nesse voo nova criação nasceu
Neurônios exercitados e com euforia
Nidificando o que da inspiração apareceu
Nos meus sentires joguei a fantasia.

Na garganta um grito comemora
No coração um misto de felicidade
N'alma o prazer, curte, ri e chora
Novo contexto mostra a realidade.

Diná Fernandes

Boas Festas!

                                               Aos seguidores amigos meus sinceros votos de um 2021 com sonhos renovados, e para o que ficou...